Culpa ao dizer não
Você reconhece seus limites, mas sente que está decepcionando alguém quando tenta respeitá-los.
CONFLITOS FAMILIARES
Talvez você tenha dificuldade para dizer não, sinta culpa ao tomar decisões ou perceba que determinadas conversas sempre terminam da mesma maneira.
QUERO CONVERSAR SOBRE MINHA AVALIAÇÃOAtendimento individual com Igor Gomes | Terapeuta T.R.I.
Você tenta evitar conflitos, preservar os vínculos e fazer o que considera correto.
Mas, em algum momento, suas próprias necessidades acabam ficando em segundo plano.
Nem sempre é simples encontrar equilíbrio entre cuidar das relações e respeitar os próprios limites.
Conheça uma proposta de terapia breve voltada à investigação de conflitos emocionais e dificuldades nos relacionamentos familiares.

01 / RECONHECER
Às vezes, elas estão presentes em decisões, silêncios e responsabilidades que você assume todos os dias.
Você reconhece seus limites, mas sente que está decepcionando alguém quando tenta respeitá-los.
Mesmo sendo adulto, encontra dificuldade para tomar determinadas decisões sem a concordância da família.
Você sente que precisa resolver os problemas de todos, mesmo quando isso compromete sua própria vida.
Determinados assuntos provocam reações intensas, discussões ou afastamentos, mesmo quando sua intenção é conversar.
Você evita expressar opiniões e necessidades porque teme críticas, rejeição ou conflitos.
Você sabe o que gostaria de dizer, mas, diante de determinadas pessoas, acaba recuando.
Essas experiências podem ter diferentes explicações e não significam, necessariamente, que exista uma condição psicológica específica.
Mas, quando provocam sofrimento ou interferem na sua autonomia, merecem ser compreendidas.
02 / AUTONOMIA E PERTENCIMENTO
Imagine uma pessoa adulta que deseja tomar uma decisão importante.
Ela avaliou suas possibilidades, compreende suas responsabilidades e sabe o que gostaria de fazer.
Mas, quando pensa em comunicar essa decisão à família, sente uma preocupação intensa.
De repente, uma decisão que parecia clara se transforma em um conflito emocional.
De um lado, existe o desejo de autonomia.
Do outro, o receio de prejudicar um vínculo importante.
Você pode querer tomar suas próprias decisões e, ao mesmo tempo, sentir medo das consequências que elas terão nas suas relações.
Essa contradição não significa fraqueza.
Pode indicar a presença de necessidades, expectativas e respostas emocionais que precisam ser compreendidas dentro da história e das circunstâncias da pessoa.
03 / RESPOSTAS APRENDIDAS
Nosso comportamento é influenciado pelas experiências que vivemos e pelas relações das quais participamos.
Ao longo da vida, aprendemos diferentes maneiras de lidar com críticas, discordâncias, expectativas e conflitos.
Isso não significa que toda dificuldade familiar tenha origem na infância.
Também não significa que o passado determine inevitavelmente o comportamento atual.
Significa que experiências anteriores, condições presentes e significados atribuídos às relações podem influenciar a maneira como respondemos aos conflitos.
A compreensão dessas influências pode ajudar a organizar a investigação da dificuldade.
04 / NECESSIDADES EM CONFLITO
Nem sempre um conflito emocional envolve desejos incompatíveis.
Às vezes, envolve necessidades igualmente importantes que parecem difíceis de conciliar.
Essas contradições podem gerar sofrimento, especialmente quando a pessoa sente que qualquer escolha terá consequências difíceis.
Na formação em Terapia de Reintegração Implícita, conflitos dessa natureza podem ser discutidos a partir do conceito de cisalhamento afetivo, utilizado no referencial teórico da abordagem para descrever forças afetivas em oposição.
Esse conceito não deve ser apresentado como diagnóstico ou mecanismo neurobiológico comprovado.
O trabalho começa pela investigação da experiência individual, sem presumir antecipadamente a origem ou a solução do conflito.
05 / CONHEÇA A TRI
A Terapia de Reintegração Implícita, conhecida como TRI, é uma abordagem terapêutica que propõe investigar conflitos emocionais e respostas aprendidas relacionadas às dificuldades vividas no presente.
O trabalho é organizado a partir de uma demanda específica.
Em situações envolvendo conflitos familiares, a investigação pode considerar:
O objetivo não é determinar quem está certo ou errado.
Também não é convencer você a se afastar da família ou a aceitar comportamentos que lhe fazem mal.
É compreender melhor sua dificuldade e avaliar possibilidades de trabalho dentro dos limites da abordagem.
06 / AVALIAÇÃO INDIVIDUAL
O primeiro passo do atendimento é uma avaliação individual.
Nesse encontro, vamos conversar sobre a dificuldade que motivou sua procura, compreender as situações em que ela aparece e investigar aspectos relevantes da sua história e das suas relações.
Durante a avaliação, vamos:
Compreender qual situação familiar está provocando sofrimento.
Identificar os comportamentos e reações que você gostaria de modificar.
Investigar em quais circunstâncias surgem culpa, medo ou insegurança.
Conhecer aspectos relevantes da sua história relacional.
Organizar a dificuldade que você deseja trabalhar.
Avaliar se a TRI é adequada ou se outros cuidados devem ser considerados.
Uma compreensão inicial mais organizada da dificuldade que está enfrentando e orientações sobre possíveis próximos passos.
A avaliação é um atendimento profissional independente.
Você não assume compromisso de contratar o processo TRI.
Caso a abordagem seja indicada, a proposta completa será apresentada para sua consideração.
Informações sobre investimento, formas de pagamento e disponibilidade pelo WhatsApp.

07 / QUEM RECEBE VOCÊ
Igor Gomes | Terapeuta T.R.I.
Sou terapeuta e atuo há mais de dez anos com atendimentos voltados ao cuidado humano.
Minha trajetória inclui estudos sobre comportamento, neurociência, aprendizagem emocional e relações humanas.
Meu trabalho busca oferecer um espaço de escuta e investigação, respeitando a história, os valores e as necessidades de cada pessoa.
Acredito que compreender um conflito emocional exige considerar não apenas o comportamento que aparece no presente, mas também as circunstâncias, as relações e os significados envolvidos.
Meu compromisso é oferecer um atendimento cuidadoso e transparente sobre suas possibilidades e limites.
08 / SUAS DÚVIDAS
Sobre sua autonomia, a avaliação e os limites da proposta.
Não. Algumas dificuldades familiares aparecem como culpa, insegurança, dificuldade para tomar decisões ou sensação de responsabilidade excessiva, mesmo quando não existem discussões frequentes.
O objetivo não é determinar se você deve se afastar ou permanecer próximo de alguém. O atendimento busca compreender sua dificuldade, respeitando suas escolhas e autonomia.
Não. Relações familiares são influenciadas por diferentes fatores, incluindo experiências anteriores, circunstâncias atuais, valores, condições materiais e expectativas sociais.
Não. A avaliação inicial é individual e dedicada à compreensão da sua demanda. Ela não deve ser apresentada como terapia familiar conjunta.
A TRI é proposta como um processo terapêutico breve. Quando indicada, sua organização e o investimento total são apresentados após a avaliação.
Situações de violência, ameaça ou coerção exigem atenção prioritária à segurança e podem demandar apoio especializado e medidas de proteção. A TRI não substitui esses serviços.
Entre em contato pelo WhatsApp para receber informações sobre a avaliação, investimento, formas de pagamento e disponibilidade.
09 / UM PRIMEIRO PASSO
Se a culpa, o medo de desagradar ou a dificuldade para estabelecer limites estão interferindo na sua vida, uma avaliação pode ajudar a compreender melhor o que está acontecendo.
O primeiro encontro é dedicado à sua história e à dificuldade que motivou sua procura.
Sem julgamentos. Sem decisões impostas. Sem obrigação de continuar o processo.
Atendimento individual mediante agendamento.